Adicção à tecnologia

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Quando falamos em fraquezas humanas, temos que ter em nós a consciência de que ninguém é perfeito, mas todos temos condições de nos melhorar. Antes de julgar a fraqueza do outro, façamos uma autoanálise nos nossos próprios sentimentos e vejamos sinceramente se somos capazes de apontar as fraquezas alheias. Nesse caso, veremos que temos mais modificações a fazer do que os outros, que é perdido o tempo de crescimento quando só vemos nos outros as misérias e imperfeições.

Não se pode fazer de conta que tudo em nós está perfeito e se estamos vivendo, agradeçamos pela oportunidade de ainda termos tempo para mudar, as oportunidades de mudar intelectualmente, mentalmente, materialmente e moralmente. Quanto às fraquezas materiais, estas serão de fácil modificação, porque temos condições de parar algo que não nos faça bem.

Mas o caminho moral é o mais difícil, exige renúncias e muito amor no coração. Vejamos que quando temos que renunciar a vícios morais como a maledicência, orgulho, egoísmo, o trabalho com nossos pensamentos e sentimentos deve ser árduo e sem tréguas, porque senão caímos nas tentações. Não vamos nos envergonhar de ter fraquezas, vamos nos envergonhar se não nos empenharmos em desvencilhar delas. Porque somos fortes e capazes de mudar tudo em nossas vidas, principalmente para elevar nossos sentimentos e pautá-los no bem e no amor.

As Relações Humanas do Offline ao Online

Tomando um café com amigos.

Tomando um café com amigos.

A palavra Adicção significa escravidão, ou seja, ser dependente de, submisso, apegado e viciado em algo. Aonde os gadgets nos levarão? Qual é o grau de dependência de cada ser humano por eles? Como nossos antepassados viveram sem eles e como nós vivemos hoje? Como são os encontros e desencontros no presente mesmo cercados de tecnologia? O que é melhor, o contato virtual ou real? Quais são os limites para não sermos compulsivos e obsessivos por tecnologia?

Um dia na praia

Um dia na praia

A cada dia a vida está ficando mais online, estão surgindo novos dispositivos e acessórios até de vestir. Está ficando comum falar muito rapidamente com as pessoas como:

– Qualquer coisa deixa um recado no meu Face,

– Eu Twito pra você,

– Depois nos falamos por Skype

– Qual é o seu Wattsapp?

– No meu G+,

– Email , estarei online, e por aí vai.

Torcendo pelo seu time

Torcendo pelo seu time

Cada passo nosso é seguido e comentado por nossas redes de contatos, as vezes comentários para erguer nosso moral, nos deixar amorosos, felizes e emocionados, apaixonados, cheios de fé, mexendo muito com as boas emoções. Mas ao mesmo tempo, também vemos mentiras, bullying, brigas, discussões, invejas, orgulho,vaidade, humilhações, egoísmo, raiva, cobiça e até suicídios. Não quero julgar ninguém, quero só levantar as questões e dizer que somente nos obsevando, cada um a si mesmo, é que serão possíveis a admissão de cada imperfeição moral ou vicissitude. Somente através da aceitação dos defeitos de caráter que cada um carrega, seremos capazes de modificar. Se não o admitirmos fica difícil de mudar, porque não reconhecemos o vício em nós.

Jantando fora com os amigos

Jantando fora com os amigos

As relações humanas demoram a ser homogêneas, é difícil as pessoas serem iguais, terem os mesmos gostos, as mesmas vontades, e se harmonizarem.

A vida social está diminuindo, estudos, trabalhos, relacionamentos estão passando a ser através de clicks remotos e virtuais. Pessoas estão ficando escravas da tecnologia e cada vez mais prisioneiras da internet, ficam irritadas quando ficam sem internet e ansiosas para verem o que está acontecendo no mundo virtual. Ao mesmo tempo que diversificamos as nossas amizades e conhecemos pessoas de todo canto do mundo, a vida real, social, presencial está esfriando. Sedentas de uma conexão cada vez mais rápida tudo é resolvido pelos clicks.

Num jantar romântico

Num jantar romântico

Vemos nos restaurantes, parques, cinemas, meios de transporte pessoas sempre olhando pra baixo, isoladas no seu próprio mundo web. Networks nem sempre 100% conhecidos e sedentos cada vez mais de experiências virtuais. Fakes são comuns em todas as redes incitando violências, sensualidades e paixões inferiores. Até onde iremos nessa fantasia da interatividade virtual, se as vezes não confiamos nem em quem conhecemos pessoalmente?

Já dizia há muito tempo nosso caro Albert:

“Eu temo o dia em que a tecnologia vai ultrapassar a interatividade humana. O mundo terá uma geração de idiotas” (Albert Einstein)

Author Description

Denis Ekermann

Formado em Cursos Tecnólogos nas áreas de Telecomunicação e Computação , está graduando em Licenciatura em Computação pelo IFBA-BA. Experiência profissional na Oi, GVT, Embratel , Claro, Honda Motors . Atualmente representa e gerencia projetos Cloud Computing através da Empresa QiNetwork, autorizada Google Apps for Business no Estado da Bahia, realizando vendas, suportes e treinamentos para as soluções. Representa também a Empresa App Mobile, vendendo e desenvolvendo aplicações com diversas funcionalidades e interatividade para Marketing Mobile de diversos segmentos , em HTML5 e nos Sistemas Operacionais Aindroid e iOS.

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